3.6.04

Banco de Imagens e Efeitos Visuais



O Banco de Imagens e Efeitos Visuais é um Projeto do Laboratório de Antropologia Social do PPGAS da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, sediado no Instituto Latinoamericano de Estudos Avançados/ILEA, sala 108. Foi criado, em 1997, através de financiamentos obtido junto à FAPERGS -Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Sul- e ao CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. O BIEV integra as novas tecnologias digitais e eletrônicas no tratamento de coleções etnográficas versando sobre o patrimônio etnológico do mundo urbano contemporâneo segundo seus diferentes suportes, vídeo, fotografia, texto, filmes, sons, etc.

O BIEV tem como objetivo a pesquisa da memória coletiva e estética urbana das cidades no sul do Brasil, através do uso de novas tecnologias mais integrativas e interativas no tratamento, resgate e recuperação deste patrimônio etnológico, e cujos dados resultam do projeto de pesquisa integrado da Profa. Dra Ana Luiza Carvalho da Rocha e Profa. Dra. Cornelia Eckert, Estudo antropológico de itinerários urbanos, memória coletiva e formas de sociabilidade no muno urbano contemporâneo. Através da pesquisa com as novas tecnologias eletrônicas e digitais reunidos aos métodos clássicos de etnografia visual (fotografia e vídeo), o BIEV tem por metas:
a) Estudo do tratamento documental da rede complexa de formas dos fenômenos culturais que encerram a vida cotidiana nas cidades do sul do Brasil, segundo seus suportes diferenciais (texto, som, foto, filme e vídeo) no sentido de disponibilizar este conjuntos de informações a pesquisadores e leigos.
b) A produção e realização de documentários etnográficos (fotográficos e videográficos), versando sobre a estética das transformações urbanas e a memória coletiva do patrimônio etnológico da cidade de Porto Alegre.
c) A pesquisa da memória do cotidiano dos habitantes das grandes cidades, no contexto do estudo antropológico do mundo contemporâneo, a partir do estudo do processo de enraizamento e desenraizamento dos grupos sociais na cidade de Porto Alegre.
d) O estudo das formas da cultura urbana que preside as formas de sociabilidade no mundo contemporâneo no sentido do resgate dos saberes e fazeres cotidianos que configuram as tradições de seus grupos urbanos, tendo como objeto a cidade de Porto Alegre e a sua região metropolitana.
e) A pesquisa das formas de vida social que fundam o viver coletivo em Porto Alegre, tendo por moldura interpretativa a criação de novas modalidades de narrativa etnográfica com base nos recursos das novas tecnologias, destinadas a sua inserção nas redes eletrônicas e digitais, através da criação de um museu virtual da cidade de Porto Alegre, destinado ao usuários da Internet.

BIEV
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Instituto Latino Americano de Estudos Avançados
sala 108 , fone 051-33167158
Projeto do Laboratório de Antropologia Social
Av. Bento Gonçalves, 9500
Campus do Vale Bairro Agronomia
Porto Alegre, RS,
Brasil, 91509-900

E-nmail: biev@pop.com.br

mneme - Revista de Humanidades

O novo número da MNEME - Revista de Humanidades, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, no Brasil, está online.
Nesta edição o dossier especial é dedicado à Alimentação nas suas mais diversas perspectivas científico-sociais - com predominância para a antropologia -, em diversos pontos do Planeta. Entre eles um sobre fast-food, da pesquisadora do NAU Janine Collaço.


mneme - Revista de Humanidades

19.5.04

Os escritos politicos de Mauss e Durkheim

O Programa de Pos-Graduacao em Sociologia e Antropologia do IFCS/UFRJ tem o prazer de convida-los para assistir a palestra "Os escritos politicos de Mauss e Durkheim", a ser proferida pelo Prof. M.Fournier, Universidade de Montreal, Canada, a ser realizada no dia 20 de maio de 2004, quinta-feira,as 17:00 hs, na sala Evaristo de Moraes, 109, neste instituto.

A palestra tera traducao consecutiva.

4.5.04

O mapa da juventude paulistana

Com a participação do NAU-USP por meio da consultoria de José Guilherme Cantor Magnanie da atuação de Bruna Mantesee Daniela Alfonsi, como pesquisadoras, junto aos pesquisadores do Centro de Estudos da Cultura Contemporânea (Cedec), foi elaborado o mapa da presença juvenil na cidade de São Paulo.

"O Mapa da Juventude, encomendado pela prefeitura do município, pretendeu verificar homogeneidades e segregações dos jovens no espaço urbano paulistano. A pesquisa ouviu pessoas entre 15 e 24 anos nos mais diversos bairros da capital em 2003.

Os resultados do estudo foram apresentados no artigo A construção do mapa da juventude de São Paulo, da Lua Nova: Revista de Cultura e Política, publicação do Cedec. As autoras foram Aylene Bousquat, que também é professora do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da Universidade Católica de Santos, e Amélia Cohn, professora do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

A primeira etapa da pesquisa consistiu na divisão de São Paulo em cinco grandes áreas, agrupando os 96 distritos administrativos nas chamadas Zonas Homogêneas (ZH). O intuito foi elaborar o Indicador Composto Juvenil (ICJ), uma espécie de ranking que leva em conta as condições de vida da população nos diferentes bairros.

O indicador teve como referência variáveis de pesquisas feitas anteriormente, por instituições como a Fundação Seade e o próprio Cedec, sobre vulnerabilidade juvenil, exclusão social e risco de violência. Com as médias definidas, os distritos foram classificados por zonas de 1 a 5. Da ZH1 fazem parte aqueles que oferecem melhores condições de vida para os jovens e, da ZH5, os piores.

Em cada ZH foram sorteados 70 setores censitários e, dentro deles, duas quadras residenciais – a primeira para visita e coleta de dados e a segunda como substituição para casos em que não fosse possível a abordagem na quadra anterior. No total foram visitados 5.250 domicílios e aplicados 2.259 questionários. A amostra considerou interesse de 50% e margem de erro de 5%.

Os jovens responderam a perguntas sobre caracterização (idade, cor, sexo, local de moradia e naturalidade), situação familiar (com quem mora, estado civil e filhos), escolaridade, inserção no mercado de trabalho, atividades de lazer (locais que freqüenta, preferências musicais, uso de equipamentos públicos), acesso à internet, participação em grupos e expectativas de atividades e equipamentos em seu bairro. Eles mostraram também o quanto estão informados sobre a aids.

Os cinco distritos com valores mais elevados do ICJ foram Jardim Paulista, Moema, Pinheiros, Itaim Bibi e Consoloção. Do outro lado da lista, Parelheiros aparece com o pior indicador, seguido por Grajaú, Jardim Ângela, Cidade Tiradentes e Iguatemi.

A pesquisa mostrou também que a maioria dos entrevistados se identificou como sendo de cor “branca” (51,9%). Porém, na distribuição segundo ZH, aumentou expressivamente o número de jovens que se classifica como “preto/negro/pardo” nas zonas de maior exclusão social.

A porcentagem de pais e mães cresce conforme piora a classificação da zona. Comparando os extremos, na ZH1 2,6% das pessoas responderam afirmativamente quando perguntadas se tinham filhos. Já na ZH5, o número foi de 17,8%. Quanto à inserção do jovem no mercado de trabalho, 33,2% dos entrevistados disseram que trabalham. A ZH1 foi a que apresentou mais jovens inseridos – 43,6% contra 31,9% na ZH5 – o que, segundo as autoras, pode indicar que os empregadores têm exigido mais qualificações.

Quando o assunto é inserção no mundo digital, o trabalho constatou que apenas 38,2% dos jovens têm acesso à internet. A diferença é grande entre as zonas. Enquanto 72,4% dos entrevistados na ZH1 utilizam a internet, 24,1% têm a mesma oportunidade na ZH5.

“O Mapa da Juventude deverá servir para o desenvolvimento de políticas públicas que favoreçam as áreas menos privilegiadas da cidade”, disse Aylene à Agência FAPESP. Segundo a pesquisadora do Cedec, entre as ações estão a instalação de centros com acesso à internet e quadras desportivas nas regiões periféricas de São Paulo.

Fundado em 1976, o Cedec é uma entidade civil sem fins lucrativos que se dedica ao estudo de problemas da realidade brasileira e tem contado com apoio de agências de financiamento e órgãos governamentais, como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, a Financiadora de Estudos e Projetos e a FAPESP
". (Agência FAPESP, 03/05/2004)

1.5.04

29.4.04

MÚSICA DA CIDADE

“Música da Cidade” é o evento de lançamento do CD-EP “Nota” da banda paulistana Ordinaria Hit.
“Nota” é o segundo trabalho independente da banda, que em 2002 lançou o kit “Ordenado em Duas Vias”, uma caixa de papelão, com arte artesanal no melhor estilo corta e cola dos fanzines concebida pela p´ropria banda sobre as ilustrações do artista plástico Azeite de Leos, contendo um CD com 6 faixas + um bônus (1ª Via) e uma fita K7 com 4 músicas (2ª Via), um livreto, com o texto integral de Desobediência Civil de Henry D. Thoureau ou O Direito à Preguiça de Paul Lafargue, além de um poster-encarte com as letras e informações de gravação e da banda. O novo material da banda também inova em seu formato: um CD de 3 polegadas, com quatro músicas e quatro capas, uma para cada música. Todas as composições dialogam direta ou indiretamente com a cidade, em especial com a metrópole paulistana, sempre transformando em sons as observações e em letras as sensações causadas pelo convívio com a diversidade social e cultural, assim como pela opressão de sua arquitetura e desigualdades econômicas. “Nota” nesse caso adquire múltiplos significados: seja como representação musical, referência ao papel-moeda, motor das relações capitalistas, ou como uma simples nota de rodapé na paisagem da cidade. Utilizando gravações feitas nas ruas com um pequeno gravador de bolso, o Ordinaria Hit tenta integrar os ritmos e os ruídos desconexos produzidos por São Paulo em suas músicas. O resultado é um trabalho orgânico e conceitual, fruto direto da experiência singular de se morar e viver em São Paulo.
Formado em 2001, o Ordinaria Hit trilha os caminhos do pós-punk.

Ordinaria Hit opta por fazer o lançamento de seu novo CD-EP “Nota” em um espaço alternativo e não-comercial. O Espaço Impróprio trata-se de um centro (contra)cultural autogerido que, desde setembro de 2003, vem realizando diversas atividades político-culturais como shows de bandas independentes, exibição de filmes (Warriors, O Fantasma, Amigas de Colégio e o documentário “Taken for a Ride”), palestras e oficinas sobre temas variados, como a questão palestina, a política do grupo inglês Class War, as práticas das gangues juvenis, o anarquismo na atualidade, entre muitos outros. Toda a renda arrecada será revertida ao Espaço Impróprio.

OS CONVIDADOS:

Space Invaders

A banda convidada, o Space Invaders de Pouso Alegre (MG), já é referência no circuito paulistano. Com seu som quebrado e vocais desconexos, apresenta-se como uma das revelações do rock contemporâneo. Tem um CD lançado pelo selo Bizarre Records intitulado "Nas infecções mais graves, a posologia pode ser aumentada para 100 angstrons [2 comprimidos de 50]", e está prestes a lançar seu segundo álbum. Uma banda gestada no interior de Minas Gerais, retorna à São Paulo após vários meses de ausência para mais uma vez imprimir suas reações frente ao choque com a cidade através de sua música peculiar e incrivelmente urbana.


Lívio Tragtenberg
O músico e compositor paulistano de renome internacional Lívio Tragtenberg não poderia faltar em nenhuma ocasião em que se fala sobre música e cidade. Escreve música para cinema, teatro, dança, orquestra, grupos instrumentais e se apresenta como solista no Brasil e exterior. Em sua obra transparece o cinza da cidade ao lado do multi-colorido da diversidade de seus habitantes. Lívio falará sobre a relação do músico com a cidade, ora tensa e solitária, concreta e neurótica, ora pulsante e viva, convidativa e sedutora. Entre seus principais trabalhos estão: “Cidade das Estranhezas” , quarteto de cordas, sax, trombone e percussão (1992); "Missa dos Vermes", sax e elementos eletrônicos (1993); música para o filme “São Paulo, A Symphonia da Metrópole (SPASM)”, com Wilson Sukorski (1997); e trilha para o filme “Através da janela” de Tata Amaral (1999). Tem uma gravadora própria chamada “Demolições Musicais”.
Contatos com Lívio Tragtenberg: liviotragtenberg@hotmail.com

José Guilherme C. Magnani

E para amarrar tudo, o antropólogo José Guilherme C. Magnani irá expor sua visão a respeito da música e / na / da cidade. Professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e membro do NAU Núcleo de Antropologia Urbana, Magnani irá refazer o mapa da cidade de São Paulo a partir das dinâmicas de seus diversos grupos culturais ligados direta ou indiretamente à música, expondo as observações realizadas durante a Expedição São Paulo, realizada por ocasião da comemoração dos 450 anos de São Paulo, e apontando para as pesquisas realizadas no próprio NAU. José Guilherme C. Magnani é autor de diverso livros, entre eles: “Festa no Pedaço”, Hucitec/UNESP (1998); “Mystica Urbe”, Studio Nobel (1999); e “Na Metrópole”, juntamente com Lillian de L.Torres, Edusp (2000).
Contatos com José Gulherme Cantor Magnani: jmagnani@usp.br

Data: Sábado 08 de maio de 2004
Horário: 18 horas
Ingresso: R$ 5,00

Local: Espaço Impróprio
Endereço: Rua Dona Antônia de Queiroz, 40 Consolação

Giros na Cidade

IV Encontro Internacional Saber Urbano e Linguagem/ IV-EIS

Giros na Cidade –Materialidade do Espaço

20 a 22 de outubro de 2004

Auditório da Diretoria Geral da Administração – DGA/UNICAMP


Realização: LABEURB/NUDECRI-UNICAMP



Um Giro na Cidade nos lança em um espaço que se materializa em formas múltiplas, densas, latentes.

Ruas, Rotas, Trajetos, Encontros, Multidões – Movimentos –

Muros, Medidas, Quantidades, Tamanhos, Instituições – Limites –

Imagens, Slogan, Etiquetas, Grafites, Pichações – Marcas –

Acaso, Encontros, Redes, Links, Montagens – Projeções -



Formas do Espaço da Cidade que nos tocam e significamos.

Que formas e espaços são esses? Como se forjam e funcionam?

E como nos tocam?
Essas questões delineiam o tema do IV Encontro Internacional Saber urbano e Linguagem: Giros na Cidade: Materialidades do Espaço, promovido pelo Laboratório de Estudos Urbanos/LABEURB – UNICAMP, a se realizar no Auditório da DGA/Unicamp, nos dias 20 a 22 de outubro de 2004.


O IV-EIS: Giros na Cidade: Materialidades do Espaço tem, como proposta, nos fazer circular pelos espaços da cidade e suas materialidades, indagando suas evidências e derivas. Queremos trazer para discussão a forma de se estar nesses espaços, de se dizer neles, de administrá-los e transformá-los, de construir passagens e pontos de ancoragem. Queremos fazer a cidade girar e nesse giro, encontrarmos modos de vida, formas de linguagem, de sentido.

Nosso objetivo principal é, portanto, tematizar a materialidade do espaço da cidade, promovendo o debate pelo confronto de diferentes perspectivas através das quais esse espaço é compreendido, analisado, vivido.


EIXOS TEMÁTICOS



O IV-EIS Giros na Cidade: Materialidades do Espaço, pela primeira vez, abre espaço para inscrição de trabalhos escritos, posters ou filmes de curta duração, que deverão ser apresentados dentro de um dos eixos temáticos que seguem:

Leis, Administração, Políticas Urbanas

Redes de Conhecimento e Educação

Cultura, Arte, Arquivos, Tecnologias

O Sujeito na e da Cidade: Memória, Movimento, Identidades




INSCRIÇÃO DE TRABALHOS

Data limite para envio dos trabalhos: 30 de junho de 2004.



- NORMAS

Serão aceitos trabalhos nas línguas: Português, Espanhol, Inglês ou Francês. Quanto aos filmes, devem obrigatoriamente ser falados ou legendados em Português.

Os trabalhos escritos devem ser enviados em formato DOC ou PDF, times new roman 12, com as seguintes especificações:

- Resumos: até 400 palavras, com título centralizado e nome do autor e instituição à direita.

- Texto: até 10 páginas, espaço duplo. Na primeira página, deve constar o título (centralizado), nome do autor e instituição (alinhados à direita) e o resumo.

- Os posters podem ser em formato livre.

- Os filmes (qualquer formato e categoria) devem ser enviados em cópia cdrom ou fita VHS e terem até 12min de duração.


TAXAS DE INSCRIÇÃO


até 30 de maio
até 30 junho
após 30 de junho

Estudantes
R$ 30,00
R$ 40,00
R$ 70,00

Professores/Pesquisadores
R$ 70,00
R$ 80,00
R$ 120,00


Formas de pagamento: por correio postal, endereçado a Dirce Cesar, Labeurb/Eventos. No local do evento. Por depósito bancário.

O depósito deverá ser feito no Banco Banespa. Agência 0207. C/C: 13.046.6406-7. Depósito identificado para Funcamp/Eventos. O comprovante pode ser enviado por fax (0 xx 19 3788 7900); correio postal ou indicando o número do depósito no e-mail da ficha de incrição abaixo.

* Em trabalhos coletivos, as inscrições devem ser pagas individualmente.



FICHA DE INSCRIÇÃO

A inscrição pode ser feita na ficha disponível em nossá página www.labeurb.unicamp.br/eventos/giros. Se tiver dificuldades para acessá-la, pode completar a que segue e enviá-la para eventos@labeurb.unicamp.br



Nome: ___________________________________________________________________

Vínculo Institucional:________________________________________________________

Endereço: _____________________________________________________N__________

CEP: _____________ Bairro: __________________Cidade:_____________Estado:______

Tel: _____________________________________________________________________

E: mail:



Tipo de Trabalho: ( ) texto escrito ( ) posters ( ) filme

No caso de filmes, indicar se é ( )documentário ( ) vídeo-arte ( ) ficção ( ) outro.

( ) Legendado.

Língua na qual o trabalho vai ser apresentado:( ) Português ( ) Espanhol ( ) Inglês ( ) Francês.



Título do Trabalho: _________________________________________________________

Área temática: _____________________________________________________________

Resumo: (máximo 400 palavras). ______________________________________________

Texto completo: ( ) estou enviando em anexo. Depósito no. _____________/______

Para maiores informações, ver www.labeurb.unicamp.br/eventos/giros

e.mail: eventos@labeurb.unicamp.br

Tel. 55. 19 – 3788 7939 (com Dirce Cesar)